NOSSA HISTÓRIA


Era uma vez um menino e uma menina que não se conheciam. Chamo-os assim por força de expressão, mas ambos já tinham superado a infância, possuíam a idade da fantasia. A forma de pensar dos dois era muito parecida, os gostos coincidiam, mas um jamais soubera da existência do outro.

A menina vivia de literatura e gostava de fotografia, ele vivia de fotografia, mas gostava muito de literatura, portanto muito tinham o que conversar, e imaginavam um mundo em que todos vivessem só de arte e de amor, mas nunca falaram nem descobriram isso, porque não puderam se conhecer. Ela poderia mostrar a ele as coisas que só as palavras dizem, aquelas que passam despercebidas nas fotos, e ele daria a ela as imagens que as palavras não conseguem expressar.

Escutavam as mesmas músicas, freqüentavam os mesmos lugares e jamais se viam, sempre se perdiam, a direção era oposta. Talvez porque ela não fosse bela, tinha sim uns olhos precisos, uns pensamentos subversivos e alguma sinceridade, mas faltava cor na pele, e beleza. Vivia escrevendo textos que rasgava em grande parte, e envergonhava-se em mostrá-los. Ele? Por ele mesmo, tinha um ego vaidoso e um jeito inconstante, era pensativo e coberto de alguma coisa muito boa, e sem explicação.

A idade dela era muito pouca. A vida começava e ela sonhava. Em mudar de cidade, em inventar amor, fazer poesia ... Não lembrava de ter nenhuma grande saudade, e achava sua cidade quente e vazia. E como nunca o conheceu, a cidade continuara vazia, e o coração sempre sem saudade.

Assim se foram, prosseguiram em procurar seus caminhos, sem saberem da existência um do outro, com os mesmos medos e as mesmas histórias de rotina, sem sentir o amor que poderia ter sido se tudo não fosse como é ...

Viveram bastante e construíram coisas belas e passaram a vida inteira em mundos distantes.

Cronologia

Sem pressa para o passado
Não é óbvio o porquê?
Se alimentei com sonhos
as minhas tragédias
eu digo não
a todo método
e à esperança oportunista também
Viro às costas
ao futuro, seta arremessada
Três vezes solidão
Estou mesmo aqui?
Então, vem o agora
que me abraça
me exige mulher,
boli comigo
nos atracamos
and goes away
Nem sempre é dia de orgasmo...
Mas nunca erra meu nome !

PAGU

Surpresa boa... nem tive como recusar.

Até porque convenhamos : isto aqui estava ´precisando de mulher, nem que seja pra provar o contrário ! Mas penso que as mulherres sempre dão brilho as coisas, conseguem misturar ódio com doçura, com passado, com saudade, com paixão e com idéias nobres ou tolas, dependendo da lua.

Andei pensando no que postar aqui. Creio que não serão coisas minhas e sentimentos. Talvez sejam contos e historias que ainda não terminei, e deixei guardados numa pasta velha.

TALVEZ ....

Por ora agradeço. E gostaria de falar-lhes em mim e conhecer vocês de uma forma mais "objetiva", para saber quem me acompanha agora.

Patrícia, filha do meio de uma família de muitas mulheres, 21 anos, aquariana. Quaase formada em Serviço Social, mas sonha ainda em ser fotografa e jornalista, outro dia ... Não, e não pensem que isso são duvidas profissionais não, pelo contrario, são as muitas certezas que eu tenho.

Dona de uma sensibilidade tão grande que ás vezes pesa, e precisa ser posta pra fora de qualquer jeito ... Muitas histórias, amores platônicos, sonhos perdidos, conversas sem sentido, tudo e junto e firme, numa só.

Allez-vous avec moi? DEIXA VIR A MOÇA ...
Além do que se vê (Los hermanos)
Moça, olha só o que eu te escrevi É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê Sei que a tua solidão me dói e que é difícil ser feliz mas do que somos todos nós você supõe o céu Sei que o vento que entortou a flor passou também por nosso lar e foi você quem desviou com golpes de pincel Eu sei, é o amor que ninguém mais vê Deixa eu ver a moça Toma o teu, voa mais que o bloco da família vai atrás Põe mais um na mesa de jantar por que hoje eu vou pra aí te ver e tira o som dessa TV pra gente conversar Diz pro bamba usar o violão pede pro Tico me esperar e avisa que eu só vou chegar no último vagão É bom te ver sorrir Deixa vir à moça que eu também vou atrás e a banda diz: assim é q se faz!

título e descrição

o quê, então? Se ñ, o quê, então?

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